Javascript must be enabled to use all features of this site and to avoid misfunctions
Lamego vs. Palmira - Comparação de tamanhos
HOME
Selecione a categoria:
Cidades
Selecione a categoria
NEW

Localização Lamego Palmira

Cancelar

Pesquisar em
Close
share
Lamego
Palmira

Lamego vs Palmira

Lamego
Palmira
Alterar

Lamego

Estado

País

Capital
População 0

Informações

Lamego é uma cidade portuguesa no distrito de Viseu, Região Norte e sub-região do Douro, com 12 214 habitantes (2011) no centro urbano e 26 691 habitantes no município (2011), sendo a segunda maior cidade do distrito de Viseu [carece de fontes?] e da sub-região do Douro. A cidade e o município que estão situados na margem sul do rio Douro, faziam parte da província tradicional de Trás-os-Montes e Alto Douro e da Beira Transmontana, da qual era a principal cidade. Cidade histórica e monumental, possuindo uma grande número de monumentos, igrejas e casas brasonadas, é sede de diocese católica portuguesa, sendo a única sede de diocese fora de uma capital de distrito.



A cidade é sede do município de Lamego com 165,42 km² de área e 26 691 habitantes (2011), subdividido em 18 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Mesão Frio e Peso da Régua, a leste por Armamar, a sueste por Tarouca, a sudoeste por Castro Daire e a oeste por Resende. Cidade milenar, desde sempre aqui se fez uma feira muito frequentada por múltiplas gentes, chegando até comerciantes e feirantes Ciganos de Córdova. O comércio era animado na Rua Nova, onde se estabeleceram muitos judeus, construindo até uma Sinagoga junto às Portas do Sol no actual bairro do Castelo.

Fonte: Wikipedia
Alterar

Palmira

Estado

País

Capital
População 0

Informações

Palmira (em aramaico: ܬܕܡܘܪܬܐ‎; romaniz.: Tedmurtā; em árabe: تدمر‎; romaniz.: Tadmor) foi uma antiga cidade semita, situada num oásis perto da atual cidade de Tadmor, na província de Homs, no centro da Síria, 215 km a nordeste da capital síria, Damasco. Fundada durante o Neolítico, a cidade foi documentada pela primeira vez no início do segundo milénio a.C. como uma paragem de caravanas que atravessavam o deserto Sírio. A cidade aparece nos anais dos reis assírios e é possível que seja mencionada na Bíblia hebraica. Foi incorporada no Império Selêucida (séculos IV a.C.–I d.C.) e posteriormente no Império Romano, sob o qual prosperou. A localização estratégica da cidade, aproximadamente a meio caminho entre o mar Mediterrâneo e o rio Eufrates, fez dela num ponto de paragem obrigatório para muitas das caravanas que percorriam importantes rotas comerciais, nomeadamente a Rota da Seda. A riqueza da cidade possibilitou a edificação de estruturas monumentais. No século III a.C., Palmira era uma metrópole próspera e um centro regional, com um exército suficientemente poderoso para derrotar o Império Sassânida em 260, durante o reinado de Odenato, que foi assassinado em 267. Odenato foi sucedido pelos seus jovens filhos, sob a regência da rainha Zenóbia, que começou a invadir as províncias romanas orientais em 270. Os governantes palmirenses adotaram títulos imperiais em 271. O imperador Aureliano (r. 270–275) derrotou a cidade em 272 e destruiu-a em 273, na sequência de uma segunda rebelião fracassada. Palmira foi um centro de menor importância durante os períodos bizantino, Ortodoxo, omíada, abássida e mameluco e os seus vassalos.



Os Timúridas destruíram-na em 1440 e a partir ficou reduzida a uma pequena aldeia, que pertenceu ao Império Otomano até 1918, depois ao Reino da Síria e ao Mandato Francês da Síria. O local da antiga cidade foi definitivamente abandonado em 1932, quando os últimos habitantes foram transferidos para a nova aldeia de Tadmur. As escavações sistemáticas e em larga escala das ruínas foram iniciadas em 1929. Em maio de 2015, Palmira ficou sob o controlo do Estado Islâmico do Iraque e do Levante, que destruiu vários monumentos da antiga cidade. Etnicamente, os palmirenses eram essencialmente uma mistura de arameus, amoritas e árabes, existindo também uma minoria de judeus. A estrutura social da cidade era tribal e os habitantes falavam palmirense (um dialeto aramaico) e grego. Ambas as línguas foram substituídas pelo árabe depois da conquista árabe em 634. A cultura de Palmira, influenciada pelas culturas greco-romana e persa, produziu arte e arquitetura originais. Os habitantes adoravam divindades locais e deuses mesopotâmicos e árabes. Converteram-se ao cristianismo durante o século IV e depois ao islão durante a segunda metade do primeiro milénio. A organização política palmirense foi influenciada pelo modelo grego da cidade-estado. A cidade era governada por um senado, o qual era responsável pelas obras públicas e forças armadas. Após tornar-se uma colónia romana, Palmira adotou instituições romanas antes de adotar um sistema monárquico em 260. Os palmirenses, conhecidos como mercadores, estabeleceram colónias ao longo da Rota da Seda e operaram em grande parte do Império Romano.

Fonte: Wikipedia

More intresting stuff