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Jauja
Saint-Laurent-du-Maroni

Jauja vs Saint-Laurent-du-Maroni

Jauja
Saint-Laurent-du-Maroni
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Jauja

Estado

País

Capital
População 4544

Informações

Jauja (Shawsha ou Shausha, anteriormente em espanhol Xauxa, com pronúncia de "x" como "sh") é uma cidade e a capital da província de Jauja, no Peru. Ela está situado no vale de Mantaro, 45 quilômetros ao noroeste de Huancayo (capital da região de Junín), a uma altitude de 3.400 metros. Sua população segundo o censo de 2007 foi de 16.424.Jauja, que floresceu por um curto período de tempo, foi a capital do Peru na época da América espanhola, antes da fundação de Lima como a nova capital.



Seu nome é referenciado nos populares país de expressão espanhola de Jauja, o que significa, literalmente, "país de Jauja ", mas é usado figurativamente para significar uma" terra do nunca "ou uma" terra de leite e mel ". A cidade, com um ambiente descontraído e clima saudável, tem ruas estreitas com casas pintadas de azul. O Lago Laguna de Paca está próximo à cidade.

Fonte: Wikipedia
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Saint-Laurent-du-Maroni

Estado

País

Capital
População 44169

Informações

Saint-Laurent-du-Maroni (em português São Lourenço do Maroni) é uma comuna francesa do departemento ultramarino francês da Guiana Francesa. Situa-se próximo à foz do rio Maroni, junto à fronteira com o Suriname, a nordeste do continente sul-americano. A localidade abriga uma base militar. A vila foi um local de deportação para os condenados a trabalhos forçados durante a Revolução Francesa, e depois entre 1852 e 1945. Lá estiveram presos homens ilustres, como Alfred Dreyfus, o famoso oficial francês que foi acusado de traição e absolvido após a brilhante defesa promovida pelo escritor Émile Zola; e o notório Henri Charrière, o Papillon, que foi condenado injustamente e conseguiu fugir da ilha do Diabo após muitas tentativas de fuga e muitos anos de prisão cumpridos em solitária.



Sobre o último existe inclusive uma superprodução cinematográfica, Papillon com Steve McQueen e Dustin Hoffman nos papéis principais, baseada no livro escrito por Charrière depois que obteve asilo na Venezuela. O sistema penitenciário da Guiana Francesa foi uma verdadeira nódoa no Direito Penal francês. Em Saint Laurent, os pântanos, as cobras e os jacarés eram os muros que impediam as fugas. Nas ilhas, o que segurava os prisioneiros eram as correntes marítimas e os tubarões. Mas o Papillon, determinado a reconquistar a liberdade, fez uma jangada com sacos de estopa cheios de cocos e atirou-se de um penhasco da ilha do Diabo, conseguindo deixar aquele local deitado sobre a rústica embarcação que construíra.

Fonte: Wikipedia

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